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O novo chefe-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO) Roberto Flores tomará posse na próxima sexta-feira, 10, às 10h no auditório da Assembleia Legislativa do Tocantins. Entre as presenças confirmadas, estão o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá e a diretora-executiva de Administração da Embrapa, Tereza Cristina de Oliveira. A cerimônia será aberta ao público.

Roberto está à frente do centro de pesquisa desde o início de janeiro. De lá pra cá, reuniões, novas ideias e contatos com parceiros têm sido constantes no sentido de aprimorar os trabalhos e as contribuições efetivas da empresa para a agropecuária nacional. “A Embrapa é uma das principais instituições de inovação do mundo e referência internacional em pesquisa agropecuária. Tem feito muito pelo Brasil nos últimos 50 anos e a Embrapa Pesca e Aquicultura não é diferente. Trabalhamos com pesquisa de ponta, desenvolvendo soluções que darão impacto significativo para as cadeias de pescado nos próximos anos”, projeta. 

De acordo com o chefe-geral, “para atingir esse importante resultado, não podemos perder a conexão com o setor produtivo e as demais instituições da área, seja para prospectar demandas ou para validar e comercializar as soluções tecnológicas. Nossa disposição é enorme e sei da responsabilidade que nosso centro de pesquisa tem. Além da aproximação do setor, o caminho é dar todas as condições de trabalho que nossa equipe técnica precisa, como estrutura avançada, orçamento de projetos adequado e profissionais de apoio qualificados”.

Além de Roberto, compõem o colegiado gestor: Patrícia Chicrala como chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento; Pedro Alcântara como chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia; e Luciano Rocha como chefe-adjunto de Administração. Todos são empregados da própria Embrapa Pesca e Aquicultura, sendo que Roberto e Patrícia são pesquisadores, enquanto Pedro e Luciano são analistas.

Contribuições esperadas: Roberto afirma que “os principais focos da chefia da Unidade são o clima organizacional e o relacionamento, interno e externo, com parceiros, colaboradores e colegas de outras Unidades e da Sede da Embrapa. É de extrema importância termos um ambiente leve e saudável para desenvolver nosso trabalho. Esse clima positivo reflete naturalmente nas relações que temos com o setor produtivo e com outras instituições, o que potencializa os nossos resultados e o alcance das nossas ações”. 

E completa: “adicionalmente, temos o objetivo de aprimorar a estrutura física da Embrapa Pesca e Aquicultura, otimizando o uso do espaço que temos, construindo novas estruturas e reformando áreas em que isso já é necessário. Desta forma, teremos condições de estar sempre avançando na fronteira do conhecimento”. Criado em 2009, o centro de pesquisa da Embrapa em Palmas está em sede própria desde 2016 na região Norte da cidade.

Para Roberto, “o grande desafio é alcançarmos entregas disruptivas para a sociedade, mudando para melhor os temas com que trabalhamos. Gerar tecnologias de alto valor exige alta capacidade intelectual da equipe, visão de longo prazo e muito esforço no dia a dia. Este é o caminho que estamos seguindo”. O período da nova gestão é de dois anos, indo até o final de 2027, podendo ser prorrogado por mais dois anos.