Em nota oficial divulgada nesta sexta-feira, 20, a Câmara de Palmas afirmou que não compactua com condutas ilícitas e que aguarda o andamento do processo para tomar as medidas cabíveis contra um servidor da Casa, alvo de uma operação da Polícia Civil. O funcionário, lotado na Diretoria de Segurança, é investigado por suposta prática de extorsão e agiotagem.
"A Instituição não compactua com este tipo de conduta citada na investigação e aguarda o andamento do processo para tomar as medidas cabíveis", destacou a nota enviada à imprensa.
Relembre o caso
O posicionamento da Câmara ocorre após a 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC – Palmas) cumprir mandados de busca e apreensão contra servidor de 25 anos. Segundo as investigações da Polícia Civil, o investigado é apontado como agiota e teria cobrado juros superiores a 100% sobre um empréstimo.
A vítima relatou à polícia que, mesmo tendo pago um valor superior ao que recebeu inicialmente, passou a sofrer ameaças constantes. O suspeito teria inclusive enviado fotos da residência da vítima, indicando um monitoramento de sua rotina e de familiares.
O delegado Wanderson Queiroz, chefe da 1ª DEIC, reforçou que a ação foi fundamental para resguardar a integridade da vítima, que agora conta com medidas cautelares que proíbem o investigado de se aproximar ou manter qualquer tipo de contato.
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