O pré-candidato ao Senado pelo Tocantins, Vanderlei Luxemburgo (Podemos), avaliou como positiva a projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI) que aponta o Brasil de volta ao grupo das dez maiores economias do mundo em 2026. Para ele, o avanço confirma a força produtiva do país, mas também aumenta a responsabilidade do Governo Federal em reduzir gastos públicos desnecessários, diminuir impostos e criar condições para que o crescimento chegue de forma concreta à população.
A economia brasileira cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026, desempenho que colocou o país entre os melhores resultados do período na comparação com outras grandes economias. As projeções indicam que o Brasil pode ultrapassar o Canadá e reassumir a décima posição no ranking global, medido em valores correntes do Produto Interno Bruto em dólar.
Para Luxemburgo, no entanto, o bom desempenho nos indicadores internacionais precisa ser acompanhado de medidas capazes de aliviar a vida de quem trabalha, empreende e sustenta a economia real. “Ver o Brasil projetado novamente entre as dez maiores economias do mundo é uma notícia importante e precisa ser reconhecida. O país tem força produtiva, capacidade empreendedora, um agronegócio relevante, trabalhadores qualificados e condições reais de crescer ainda mais. Mas esse crescimento precisa chegar à mesa do brasileiro. Não adianta o Brasil subir no ranking se a população continua sem poder de compra, endividada no cartão de crédito e pagando imposto demais em tudo o que consome. O Governo Federal precisa fazer a sua parte, reduzir gastos desnecessários, diminuir a carga tributária e criar um ambiente melhor para quem trabalha, empreende e gera emprego. Economia forte de verdade é aquela que melhora a vida das pessoas”, afirmou.
Vanderlei Luxemburgo destacou que a valorização do real e o avanço do PIB são fatores relevantes, mas não resolvem, sozinhos, os problemas enfrentados pelas famílias brasileiras. Segundo ele, o desafio é transformar crescimento econômico em renda, consumo responsável, crédito menos sufocante e mais oportunidade nos municípios. “Essa projeção passa também pela valorização do real frente ao dólar. Não basta o país aparecer melhor no ranking mundial se a moeda brasileira não ganhar força de forma consistente. É essa força que ajuda a transformar crescimento econômico em poder de compra”, concluiu.
Para o pré-candidato, o momento exige equilíbrio entre reconhecimento do avanço econômico e cobrança por gestão eficiente. Ele defende que o crescimento do país seja acompanhado por responsabilidade fiscal, redução da carga tributária e fortalecimento de quem movimenta a economia nos estados e municípios.

